A apresentação do Jornal D’Alenquer foi recebida com apreço e entusiasmo

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5 de Janeiro de 2000

A apresentação do Jornal D’Alenquer foi recebida com apreço e entusiasmo

Alguém me disse que em Alenquer ia aparecer um novo jornal nas bancas. Huum… Encolhi os ombros e esqueci o assunto. Algum tempo depois num dos acontecimentos culturais da Biblioteca Municipal, o Sr. Hernâni Lemos de Figueiredo, pessoa que apenas conhecia superficialmente disse-me que ia a breve prazo lançar um jornal com periodicidade mensal. Fiquei ainda céptico mas afinal algo de real existia. Voltei a esquecer a questão mas há cerca de dois ou três meses fui convidado a colaborar no Jornal D’Alenquer, título relançado. Aceitei com a condição de não ter responsabilidades editoriais.

Estamos agora no nº. 91 – 2º. Andar da Rua de Triana, a participar na apresentação do nº. 1 do nosso mensário. Sala repleta de convidados, sobretudo muita gente jovem. Presentes, muitos cidadãos conhecidos e desconhecidos. Gente da área cultural do concelho, da classe política. O Presidente da Câmara, os vereadores da Cultura e do Turismo, membros de várias Juntas de Freguesias. O proprietário e anfitriã iam recebendo quem chegava e entregavam um exemplar do jornal que se ia logo desfolhando. Fiquei atento às opiniões. Todas boas; elogios permanentes. Iam sendo salientados favoravelmente. O formato, a grafia, a paginação, os conteúdos noticiosos e de opinião. Referências especiais para a qualidade e oportunidade do Suplemento Cultural enriquecido com a entrevista ao Prof. Daniel Sampaio.

A aceitação, duma forma genérica, foi excelente e isso sentiu-se no intenso bruá-bruá, pelas inúmeras conversas cruzadas, pelas gargalhadas constantes. Havia aprovação pelo trabalho jornalístico apresentado.

Posteriormente o director do jornal agradeceu a presença de todos e declarou: ” O “J.A.” não vem ocupar nenhum espaço até agora pertencente aos outros órgãos de comunicação existentes, porque é diferente deles e há espaço para todos…” (palavras não textuais).Efectivamente “todos são diferentes, todos são desiguais”.

Foi também servido um beberete pelo proprietário e esposa. Cerimónia simples, autêntica, sem pretensões sociais, sem vaidades nem arrebiques. Havia satisfação no semblante de todos. Estava-se mostrando que em Alenquer sabe levar-se a cabo e concretizar boas obras que são o espelho do desenvolvimento e crescimento do concelho.

O produto novo aqui está, pronto a ser servido aos leitores, com isenção e integridade.


Fotografias: Pedro Pires


Nuno-Roldão


©Nuno Roldão (2000)
in Jornal D’Alenquer, 1 de Fevereiro de 2000, p. 11



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