Autárquicas 2013: Crónica breve de uma vitória, e de uma derrota partidárias, preanunciadas

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Autárquicas 2013

Comentário aos resultados da 3.ª sondagem para a presidência da Câmara de Alenquer

Crónica breve de uma vitória, e de uma derrota partidárias, preanunciadas

Na Terceira quinzena desta sondagem (1 a 15 de Agosto), verificaram-se os seguintes resultados:

    – PS – 324 Votos – 57,65%
    – PSD/CDS – 188 Votos – 33,45%
    – PC/PEV – 29 Votos – 5,16%
    – BE – 21 Votos – 3,74%
    – Totais – 562 Votos – 100%


Mantém-se, e penso que irá manter-se por muitos anos, esta tendência dos cidadãos do concelho em dividirem os seus votos e preferências pelos partidos do bloco central (PS e PSD). Não é facto singular, porquanto as pessoas sempre se mostram receptivas às ideias mais equilibradas, política e partidariamente, o que muitas vezes tem sido uma desilusão.

Não me restam dúvidas de que o próximo vencedor será o PS e o Professor Pedro Folgado. Punida será inevitavelmente a coligação PSD/CDS, o que afastará o Arquitecto Nuno Coelho da Presidência da Câmara.

A pouco mais de um mês das eleições só me resta a dúvida se o PS conseguirá quatro ou cinco vereadores e se o PSD/CDS conseguirá dois ou três. De qualquer modo, Nuno Coelho ficará como chefe da oposição. É bom que assim seja porquanto ele é um elemento com qualidades idênticas às de Pedro Folgado.

Também não me restam dúvidas de que o PCP terá Carlos Areal como membro da próxima Câmara, provavelmente o continuador da actividade política efectuada por José Catarino.

Perspectivo, pois, uma próxima Câmara com várias tendências, que é aliás o que o município precisa para o seu desenvolvimento: governo local forte e oposição forte, porque as divergências ideológicas e de pensamento não têm nada a ver com as necessidades concelhias. Tenho esperança disso, e que a partidarite não desvirtue as qualidades pessoais de todos.

Que tenha ficado definitivamente extirpada a virose do alvarismo e que o domínio dos aparelhos não influencie as decisões dos vereadores.

    Nota do autor:
    Face à acumulação acentuadíssima dos votos em dois partidos, não considero necessário o

15/8/2013

Nuno-Roldão



©Nuno Roldão (2013)

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